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crioula

Soluções contracoloniais para sistemas alimentares.

crioula é um ecossistema dinâmico de criação de soluções contracoloniais para sistemas alimentares, matrigestado por Bruna Crioula.

Pesquisa, curadoria alimentar, comunicação, educação, consultoria e criação alimentar, articuladas por uma leitura racializada dos sistemas que produzem, distribuem e definem o que se come.

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Escritas sobre alimentação, raça, território e memória, direto no Substack de Bruna Crioula.

Situações em que a crioula pode trabalhar com você.

Incorporar raça, justiça alimentar e território a um projeto já em curso.

Transformar pesquisa em material que chegue a quem precisa dela.

Construir campanhas sem reproduzir estereótipos sobre comida e povo negro.

Desenhar cursos, percursos formativos e experiências com consistência.

Formar equipes capazes de sustentar uma leitura racializada dos sistemas alimentares.

Desenvolver ações coerentes com as sociobiodiversidades e com a memória.

Cinco frentes

Competências que se combinam numa mesma entrega.

Método

curadoria alimentar

Um conjunto de habilidades e competências articuladas para a promoção de educação e letramento alimentar racializado.

Criado e desenvolvido por Bruna Crioula, o método atravessa todas as frentes e também pode ser contratado como frente específica.

Entender o método

Três entregas

A variedade do que a crioula produz.

Contextos, contratantes e formatos distintos, cada um combinando frentes diferentes.

CRN-5 · conselho profissional

Escola Antirracista de Nutrição

Desenho de curso, plano de ensino, e-book, campanha de lançamento e docência numa entrega só.

Formação · Pesquisa · Comunicação · Curadoria

Ver o estudo de caso

Museu das Favelas · equipamento cultural

Projeto XEPA

Pesquisa e curadoria sobre alimentação, território, cultura, favela e memória.

Pesquisa · Curadoria

Ver o trabalho

Criação própria da crioula

Curso Livre Alimentação Saudável numa Afroperspectiva

Percurso formativo autoral, concebido, escrito e conduzido pela crioula.

Formação · Pesquisa

Ver o curso

Comunidade Muvuca

Gente diferente sustentando a pesquisa, a escrita e a criação autoral de Bruna Crioula.

Sobre

a crioula

crioula é um ecossistema dinâmico de criação de soluções contracoloniais para sistemas alimentares, matrigestado por Bruna Crioula. Ecossistema porque nada aqui funciona isolado: a pesquisa alimenta a formação, a formação alimenta a comunicação, a comunicação alimenta a consultoria, e todas devolvem ao chão comum da curadoria alimentar.

Comunidade Muvuca

Gente diferente sustentando a pesquisa, a escrita e a criação autoral de Bruna Crioula.

Semente crioula

Na agroecologia, nomeia as sementes cuidadas e mantidas por comunidades tradicionais. Carregam a diversidade da natureza e o saber popular partilhado de geração em geração.

Povo crioulo

No Brasil, o termo nomeou descendentes de africanos nascidos e criados aqui e, por extensão, pessoas negras. Uma ancestralidade essencial, historicamente negligenciada e invisibilizada.

De empresa social a ecossistema.

A crioula foi fundada em 2017 como empresa social protagonizada por mulheres negras, com uma pergunta difícil: o que aconteceria se a alimentação saudável fosse pensada a partir dos saberes que o Brasil aprendeu a tratar como resto?

Começou pela cozinha e pelas feiras, e foi crescendo para onde a pergunta levava: pesquisa, formação de profissionais, consultoria para instituições e comunicação em rede.

Hoje a crioula opera em cinco frentes permanentes, atravessadas pela curadoria alimentar como método. Do ponto de vista institucional, jurídico e fiscal, é a crioula que contrata e é contratada. A direção intelectual é de Bruna Crioula, e a execução acontece com ela e com equipes constituídas conforme a natureza de cada projeto, sempre com autoria reconhecida.

A quitanda e a crioula comida contracolonial se aproximam de um horizonte de reflexão sobre economias da vida: formas de gerar renda, circulação, autonomia e sustentação material por meio de relações que nutrem pessoas, territórios, conhecimentos e sociobiodiversidades. É formulação em desenvolvimento, não conceito fechado.

História da crioula

Marcos institucionais do ecossistema. A trajetória pessoal, acadêmica e política de Bruna está na página dela.

2017

Fundação da crioula

Empresa social protagonizada por mulheres negras.

2022 a 2024

Programa de Sistemas Alimentares, Instituto Ibirapitanga

Organização donatária.

2023

Prêmio Sim à Igualdade Racial

Finalista, Instituto ID_BR. Ver o anúncio

2024

Escola Antirracista de Nutrição

Entrega integral para o CRN-5, Bahia e Sergipe.

2025

Semente Óstara Collective

Seleção no programa da Imaginal Studio.

2026

Citação em Ajéum Mi'ú: confluências negras e indígenas

Editora Elefante.

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Criações próprias

Matrigestora do ecossistema crioula

Bruna Crioula

Nutricionista, mestra em Ciências Sociais, pesquisadora, curadora alimentar, culinarista, comunicadora e educadora. Principal porta-voz da crioula e responsável pela direção intelectual de suas criações e entregas.

CRN-1 15753 · Brasília, DF

Trajetória

Bruna Crioula é o nome público de Bruna Oliveira. Antes de ser nome, precisou virar morada: foi nele que aprendi a reunir partes de mim que o mundo insiste em separar com violência e pressa, a pesquisadora, a nutricionista, a comunicadora popular, a mulher africana em diáspora no Brasil, a mãe, a coletora urbana, a curadora alimentar.

Escolhi a nutrição ainda no ensino médio, depois de um trabalho escolar sobre a fome que me atravessou. O curso pouco falava sobre enfrentamento da fome, políticas públicas de segurança alimentar ou sustentabilidade, e a ausência de referências negras era completa. Em vez de aceitar esse limite, fui construir por fora o que a graduação não oferecia: circulei por jornalismo, serviço social, psicologia, economia e ciências sociais até montar uma formação interdisciplinar própria.

Aprendi cedo que alimentação não diz respeito apenas ao que se come. Ela revela quem tem terra, quem tem tempo, quem tem água limpa, quem tem direito à abundância, e quem foi empurrado para sobreviver entre ausências. Desde 2017, à frente da crioula, germino ideias, sementes e autonomias a partir de uma leitura afro-referenciada dos sistemas alimentares.

Formação

2020 a 2023

Mestrado em Ciências Sociais · Unisinos

Não Convencionais para quem? Uma crítica contracolonialista sobre as PANC no Brasil.

2010 a 2015

Graduação em Nutrição · Unisinos

TCC em hortas urbanas e práticas alimentares coletivas.

2006 a 2009

Técnico em Nutrição · ETS/HCPA

Campos de pesquisa e atuação

Saúde da população negra Equidade racial em saúde Segurança alimentar e nutricional Determinação social da saúde Racismo institucional Nutricídio Educação permanente em saúde Comunicação pública

Produção intelectual · conceito autoral

Plantas Alimentícias Não Colonizadas

A designação Plantas Alimentícias Não Convencionais carrega o peso de uma perspectiva colonial. Não convencionais para quem? Para qual corpo, qual território, qual cultura? As plantas que sempre estiveram nos quintais e nas feiras das nossas comunidades nunca foram alternativas, foram fundamentais.

A partir da pesquisa de mestrado, Bruna Crioula desenvolveu uma crítica contracolonial que resultou no conceito de Plantas Alimentícias Não Colonizadas, as PANC ancestrais: uma ressignificação que desloca o olhar, reconhece resistências e abre passagem para saberes que antecedem a linguagem que tentou enquadrá-los.

Participação social e advocacy

2026

Observadora no CONSEA, Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.

2024 a 2026

Rede Ajeum, com a realização do 1º Encontro Nacional de Nutricionistas Negros e Negras, no CONBRAN.

2023

Conselheira no COMSEA Porto Alegre.

2019 e 2023

Coordenação e mobilização nacional do Banquetaço, em Brasília e Porto Alegre.

Circulação pública

2024

Curadoria de programação sobre política de cuidado, inovação pública e equidade racial na Semana de Inovação da ENAP.

2025

Reportagem no Reporterre, França, sobre a trajetória e a descolonização da comida brasileira. Ler a reportagem

2026

Revista Sikudhani, edição 28: o que alimenta o pensamento negro? E o que o pensamento negro alimenta? Ler na Anansi Lab

Publicações e editoriais

2023

Dissertação de mestrado

Não Convencionais para quem? Uma crítica contracolonialista às Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil. Unisinos, 2023. Repositório da Unisinos · Ler o PDF

2021

Nossos pratos vêm de longe

A alimentação brasileira numa afroperspectiva. Editorial Quintas Pretas, Editora Intrínseca. Ler o texto

Editorial

PANC ancestrais

Proposição autoral sobre Plantas Alimentícias Não Colonizadas. Culinária biointerativa e vocabulário insurgente da comida viva

Lattes

Currículo acadêmico completo

Consultar na Plataforma Lattes

Comunidade Muvuca

Crie outros mundos pelas lentes da alimentação, com a crioula.

Gente diferente sustentando a pesquisa, a escrita e a criação autoral de Bruna Crioula.

Trabalhe com Bruna Crioula

Atuações conduzidas diretamente por Bruna. A contratação é formalizada pela crioula, com contrato, nota fiscal e escopo por escrito.

Método autoral

curadoria alimentar

Um conjunto de habilidades e competências articuladas para a promoção de educação e letramento alimentar racializado.

Criado e desenvolvido por Bruna Crioula, o método existe em três dimensões ao mesmo tempo: é a lente que orienta todas as frentes da crioula, é uma forma de leitura do mundo e de criação de soluções, e é uma frente específica de trabalho, contratável por instituições, coletivos, projetos e eventos.

Dimensão racional

Pesquisar, relacionar, interpretar

Curar começa por pesquisar, selecionar e relacionar referências. Significa reconhecer e valorizar sistemas de conhecimento afro-brasileiros, africanos, indígenas e populares, interpretar criticamente os sistemas alimentares e reconhecer as ausências, os apagamentos e os silenciamentos que organizam as narrativas alimentares brasileiras. É também selecionar alimentos, receitas, pessoas, territórios, saberes e experiências.

Essa dimensão exige analisar a coerência ética, racial, ambiental, cultural, política e econômica de cada proposta antes de colocá-la no mundo.

Dimensão sensível

Perceber, escutar, cuidar

A comida mobiliza sentidos, afetos, memórias e emoções, e nenhuma leitura técnica dá conta disso sozinha. A curadoria alimentar pede escuta sensível de pessoas, comunidades e territórios, amor e responsabilidade pela natureza, e o reconhecimento da interdependência entre pessoas, alimentos, territórios e outras formas de vida.

Dimensão criativa

Imaginar e criar mundo

Criar a partir da intuição, da imaginação, da pesquisa e da experiência vivida. Compreender a comida como linguagem, relação e possibilidade de criação de mundo, e transformar esse entendimento em narrativas, experiências e percursos pedagógicos que articulam cozinha, pesquisa, comunicação e educação.

Dimensão comunicacional

Traduzir sem esvaziar

Traduzir conhecimentos científicos sem reduzir sua complexidade, adaptar pesquisas e conceitos a diferentes linguagens, plataformas e formatos, construir estratégias de conteúdo e calendários editoriais, produzir conteúdos audiovisuais, editoriais e digitais, e dirigir conceitualmente processos de fotografia, vídeo, podcast, design e comunicação. Rigor intelectual, sensibilidade estética e circulação pública do conhecimento operando juntos.

Dimensão regenerativa

Recompor vínculos

Buscar caminhos regenerativos para os sistemas alimentares e contribuir para a recomposição de vínculos, ecossistemas, memórias e autonomias. Isso implica desenvolver soluções adequadas ao território, ao público e ao contexto, e construir e coordenar as equipes multidisciplinares capazes de sustentá-las.

A curadoria alimentar também pode ser contratada como frente de trabalho.

Ver as soluções

Soluções

Contrate a crioula.

Instituições contratam a crioula. Bruna Crioula conduz a direção intelectual e responde publicamente pelo trabalho. Conforme a natureza do projeto, a execução envolve equipes constituídas especialmente para a entrega, com autoria reconhecida.

Comunidade Muvuca

Gente diferente sustentando a pesquisa, a escrita e a criação autoral de Bruna Crioula.

Frente 01

Curadoria Alimentar

Problemas que enfrenta

Projetos alimentares, culturais e educativos que precisam de direção conceitual e de coerência entre o que dizem e o que servem.

Como a crioula atua

Assume a direção conceitual e a leitura crítica do projeto a partir de perspectivas raciais, culturais, ambientais, territoriais e econômicas, e constrói a equipe necessária.

Entregas

  • Direção conceitual de projetos
  • Curadoria de programações, encontros e experiências
  • Curadoria de pessoas e de acervos
  • Concepção de menus e percursos alimentares
  • Coordenação de equipes multidisciplinares

Exemplo: Projeto XEPA, no Museu das Favelas, combinando curadoria e pesquisa.

Frente 02

Pesquisa e Produção de Conteúdo Multimídia

Problemas que enfrenta

Conhecimento que existe mas não circula, e decisões tomadas sem base sobre alimentação, raça, território e sociobiodiversidade.

Como a crioula atua

Pesquisa de campo, documental e bibliográfica, e a adaptação desse material para os formatos em que ele efetivamente chega ao público pretendido.

Entregas

  • Relatórios técnicos e sistematização de experiências
  • Cadernos, publicações e e-books
  • Roteiros para vídeo, podcast e documentário
  • Produção e direção conceitual de podcasts
  • Direção editorial

Exemplo: GENTECrioula, projeto próprio de podcast com uma temporada lançada.

Frente 03

Comunicação e Difusão de Conhecimento

Problemas que enfrenta

Campanhas que reproduzem estereótipos sobre comida e povo negro, e conteúdos que simplificam a ponto de deformar o que pretendiam explicar.

Como a crioula atua

A crioula não opera como agência convencional de redes sociais. O que sustenta esta frente é a articulação entre pesquisa, estratégia, educação alimentar racializada e leitura crítica dos sistemas alimentares.

Entregas

  • Estratégia e planejamento editorial
  • Campanhas educativas e institucionais
  • Direção conceitual de identidades narrativas
  • Textos, artigos e newsletters
  • Acompanhamento de equipes de comunicação e audiovisual

Exemplo: campanha de lançamento da Escola Antirracista de Nutrição, do roteiro à direção de edição.

Frente 04

Formação e Educação

Problemas que enfrenta

Equipes e profissionais que precisam sustentar uma prática racializada e não encontram formação consistente na área.

Como a crioula atua

Desenha o percurso inteiro, do plano de ensino ao material didático, e conduz ou prepara quem vai conduzir.

Entregas

  • Palestras, aulas e conferências
  • Cursos livres e trilhas de aprendizagem
  • Desenho pedagógico e instrucional
  • Planos de ensino, planos de aula e materiais didáticos
  • Formação de equipes e de docentes
  • Acompanhamento e avaliação de percursos

Exemplo: Curso Livre Alimentação Saudável numa Afroperspectiva, criação própria da crioula.

Frente 05

Consultoria para Sistemas Alimentares

Problemas que enfrenta

Políticas, programas e editais que se apresentam como neutros e, por isso, reproduzem desigualdades que pretendiam enfrentar.

Como a crioula atua

Faz o diagnóstico, aponta as incoerências e desenha a estrutura técnica, incluindo teoria de mudança, atividades e indicadores.

Entregas

  • Diagnóstico e leitura crítica de programas
  • Desenho de programas e estratégias
  • Projetos para editais e captação
  • Ações de educação alimentar e nutricional
  • Projetos ligados às sociobiodiversidades e às PANC ancestrais
  • Análise de coerência racial, ambiental, cultural e territorial

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Como uma entrega se compõe

As frentes não funcionam como departamentos isolados. Cada projeto tem uma frente principal e mobiliza as outras conforme a necessidade.

Curso institucional

Formação e Educação como frente principal, com Pesquisa para o conteúdo e Comunicação para a campanha de lançamento.

Campanha educativa

Comunicação à frente, apoiada por Pesquisa nos conteúdos e por Curadoria Alimentar na direção conceitual.

Programa público

Consultoria na abertura, Formação para as equipes e Pesquisa para a sistematização da experiência.

Valores e faixas de investimento não são publicados. Cada proposta é construída a partir do escopo.

Trabalhos realizados

Trabalhos que já foram ao mundo.

Entregas contratadas e criações próprias, com o escopo real de cada uma.

Entregas contratadas

Trabalhos encomendados por instituições, com escopo e autoria descritos.

Estudo de caso · Conselho Regional de Nutrição da 5ª Região, Bahia e Sergipe · 2024

Escola Antirracista de Nutrição

A primeira formação de um conselho regional de nutrição sobre prática profissional antirracista. Um caso em que a curadoria alimentar reuniu pesquisa, desenho pedagógico, produção editorial, comunicação, direção de campanha e docência dentro de uma única entrega.

Desenho pedagógico

Desenho do primeiro curso, plano de ensino e planos de aula.

Instrucional

Plano instrucional elaborado para a professora anfitriã.

Editorial

E-book complementar ao curso Nutrição, Antirracismo e Justiça Alimentar.

Campanha e docência

Estruturação, roteirização e direção da campanha de lançamento. Bruna Crioula como professora anfitriã.

Conhecer a Escola no CRN-5 Ler o e-book Nutrição Antirracista

Museu das Favelas · 2023

Projeto XEPA

Pesquisa e curadoria sobre alimentação, território, cultura, favela e memória, para um equipamento cultural.

Pesquisa · Curadoria Alimentar

Ler a publicação

Criação própria da crioula

Curso Livre Alimentação Saudável numa Afroperspectiva

Percurso formativo autoral sobre alimentação saudável a partir de uma leitura afro-referenciada, concebido, escrito e conduzido pela crioula.

Formação · Pesquisa

Ver o curso

Fundo Agbara · programa Ajeum

A Alimentação é Ancestral

Guia para afroempreendedoras da gastronomia, desenvolvido no programa Ajeum, do Fundo Agbara.

Formação · Pesquisa · Comunicação

Ver o guia

ACT Promoção da Saúde · 2025

Alimentação escolar e PL 4501/2020

Pesquisa, roteiro, direção editorial, textos e seleção de fontes para campanha sobre ambientes alimentares escolares, alimentação adequada e proteção da infância.

Comunicação · Pesquisa

Instituto Regenera · 2025

Na Mesa da COP30

Pesquisa e direção narrativa de campanha sobre sistemas alimentares, justiça climática e presença afrodescendente nas agendas do clima, da concepção à distribuição.

Comunicação · Pesquisa

Ver a campanha

Rede Ajeum e ASBRAN · 2024

Relações étnico-raciais na Nutrição

Curso nacional voltado à categoria profissional, articulando racismo institucional, saúde da população negra e prática clínica. Organização, curadoria e a aula Nutricídio para além da insegurança alimentar e nutricional.

Formação · Curadoria Alimentar

Mercy For Animals · 2024

O Molho · Prato Feito Fácil e Saudável

Conteúdos sobre alimentação vegetal e racismo alimentar.

Comunicação · Pesquisa

Criações próprias

Projetos concebidos, escritos e conduzidos pela crioula, sem encomenda externa.

Podcast · projeto próprio

GENTECrioula

Uma temporada lançada, com direção conceitual, roteiro e condução da crioula. Comida, raça e trajetórias em conversa.

Comunicação · Pesquisa

Ouvir no Spotify

Formação online · projeto próprio

Aula Semente

Esteira de aulas-encontro ao vivo, cada uma em torno de uma fome que o Brasil produz. Concepção, ementa, condução e material são da crioula.

Formação e Educação

Ver a Aula Semente

Editorial · desde 2017

Canteiro de Ideias

Área editorial permanente da crioula: textos, ensaios e pesquisa em circulação pública. Mais de sessenta textos publicados.

Comunicação · Pesquisa

Ler os textos

Websérie · canal PorQueNão?

Jardim de Aprendizagens

Programa da crioula em mídia interdependente, com episódios sobre agricultura urbana, PANC ancestrais, representação negra e sistemas alimentares.

Comunicação · Pesquisa

Editorial de pesquisa

PANC: biodiversidade alimentar e suas representações no Brasil

Editorial de aprofundamento sobre a construção social do conceito de PANC no Brasil, desdobrado da pesquisa de mestrado.

Pesquisa · Comunicação

Projeto em desenvolvimento

Banco de Sementes PANC ancestrais

Em articulação com o Instituto Federal de Brasília, Campus Planaltina. Aberto a parceria, apoio e financiamento.

Consultoria · Pesquisa

Ver o projeto

Comunidade Muvuca

Gente diferente sustentando a pesquisa, a escrita e a criação autoral de Bruna Crioula.

Colaborações e projetos em rede

Iniciativas em que a crioula atuou junto de outras organizações, plataformas e coletivos. Algumas seguem ativas, outras integram a memória da trajetória.

Fiocruz Brasília

Observatório Brasileiro de Hábitos Alimentares

Repositório vivo de pesquisas e ações sobre as dimensões e os significados dos hábitos alimentares brasileiros, integrando saber científico e popular.

Pesquisa · Comunicação

Plataforma colaborativa

Ka’a-eté

Base de conhecimento livre para o mapeamento de plantas alimentícias não convencionais, voltada ao reencontro com o consumo desses alimentos.

Pesquisa · Comunicação

Movimento de formação

Other Food

Mobilização e formação pela reinserção das PANC ancestrais na alimentação, conectando pessoas e organizações em torno da diversidade alimentar.

Formação · Comunicação

Economia regenerativa

ReFazenda

Manejo, cultivo e beneficiamento de PANC ancestrais como caminho de soberania e segurança alimentar, com difusão de saberes tradicionais.

Consultoria · Formação

Mídia interdependente

PorQueNão?

Mídia que divulga e acelera iniciativas transformadoras pelo Brasil, parceira da crioula na difusão de conteúdo audiovisual.

Comunicação

Iniciativa histórica · 2024

FUNDOCrioula

Ação pontual de fomento realizada em 2024. Encerrada, mantida aqui como registro da trajetória.

Comunicação e Difusão de Conhecimento

Quer uma entrega desenhada para o seu contexto?

Cada trabalho combina frentes diferentes. Conte o problema e desenhamos o escopo junto.

Solicitar uma proposta

Registros, materiais e documentação das entregas estão reunidos no portfólio completo da crioula .

Criação própria · 2022 e 2023 · concluído

Curso Livre Alimentação Saudável numa Afroperspectiva

Uma jornada ancestral para descolonizar o conceito de alimentação saudável a partir dos ensinamentos, das ciências e das tecnologias culinárias e alimentares africanas e diaspóricas nas américas. Um percurso para compreender como os conhecimentos afro-orientados sobre alimentação são estratégias de promoção da saúde da população preta brasileira.

21

meses de percurso

111,5

horas de formação

21

encontros

100%

online, com aulas gravadas

O manifesto do curso

O conceito de alimentação saudável também é constituído pelos valores e concepções do mundo ocidental branco eurocentrado. Os sentidos atribuídos ao comer e ao nutrir partem de um sujeito universalizado, e as experiências da branquitude se estabelecem como norma, desdobrando-se em insegurança econômica, social, cultural e sanitária para populações racializadas.

O racismo estrutural que modela o mundo moderno também se estende às realidades alimentares da população negra: segregação geopolítica do comer, insegurança alimentar e nutricional e doenças crônicas não transmissíveis são marcas presentes nas favelas e periferias brasileiras. O povo preto vive um processo histórico de apagamento de suas heranças alimentares, sujeito às regras do sistema alimentar hegemônico que protagoniza parte do que o pesquisador Llaila O. Afrika define como nutricídio.

Tendo o ensinamento de Sankofa como fio condutor, o curso acessa o passado para ressignificar o presente, na materialização de futuros com soberania e segurança alimentar e nutricional para o nosso povo.

O que o curso pretendia

  • Criar um espaço de educação permanente e continuada sobre alimentação saudável de e para a população negra brasileira.
  • Evidenciar a relevância da presença africana na construção da cozinha brasileira e latino-americana e seus reflexos na saúde da população negra.
  • Apresentar referencial teórico produzido por pesquisadoras e pesquisadores pretos sobre alimentação, saúde e cultura.
  • Promover o diálogo interdisciplinar entre alimentação e cultura a partir das Ciências Sociais e da soberania e segurança alimentar e nutricional.

Professoras anfitriãs

Além das docentes convidadas de cada aula, o percurso teve acompanhamento pedagógico permanente de três professoras anfitriãs.

Bruna Crioula

Nutricionista ecológica, pesquisadora alimentar com ênfase em sociobiodiversidade e matrigestora da crioula. Idealizadora, coordenadora pedagógica e pesquisadora responsável pelo curso.

Célia Patriarca

Nutricionista, mestra e doutora em Educação em Ciências e Saúde pelo Instituto NUTES da UFRJ. Pesquisadora do CulinAfro UFRJ-Macaé e do GEDES/UFRJ.

Natália Escouto

Gastróloga, cozinheira e professora de culinária. Pesquisa e escreve sobre referências africanas na alimentação e modos ancestrais de se relacionar com o alimento e com o cozinhar.

Percurso de aulas

Em geral um encontro por mês, no segundo sábado, em dois turnos: aula expositiva dialogada pela manhã e roda cultural à tarde.

01

Racismo estrutural

Silvio Almeida

02

Mito da democracia racial no Brasil

Célia Patriarca

03

Racismo ambiental e mudanças climáticas

Diosmar Filho

04

Raça, classe social e gênero no Brasil

Winnie Bueno

05

Elementos gerais da história da África pré-colonial

Jefferson Machado

06

Filosofias de Kemet relacionadas à saúde

Katiuscia Ribeiro

07

Filosofia afroperspectivista

Renato Noguera

08

Ciências da saúde afro-orientadas

Anin Urasse

09

Alimentação, cultura e negritudes

Alexandre Brasil

10

Saúde da população negra: um panorama geral

Emanuelly Vitoria da Silva Almeida

11

Soberania e segurança alimentar e nutricional

Regina Miranda

12

Nutricídio: racismo alimentar

Bruna Crioula

13

Quilombismo e insegurança alimentar e nutricional

Ana Lúcia Pereira

14

Comunidades matriarcais: oralidade e saberes ancestrais da roça à cozinha

Jacira Roque de Oliveira

15

Contracolonização da cozinha brasileira: o caso das PANC

Bruna Crioula

16

Gastronomia afro-brasileira e diálogos em afrobrasilidades

Lourence Cristine Alves

17

Cozinheiras negras: um trabalho invisibilizado, desvalorizado e essencial

Taís Sant’anna Machado

18

Cozinha afro-diaspórica: contribuições africanas na culinária das américas

Aline Chermoula

19

Comida de quilombo, comida de verdade

Rute Costa

20

Seminário integrador e avaliação coletiva

Professoras anfitriãs

21

Encontro de tutoria acadêmica

Sessão tira-dúvidas sobre o produto educacional final, com as professoras anfitriãs

Certificação

O certificado foi emitido para quem teve frequência mínima de 75% de presença síncrona, nos dois turnos, e entregou um produto educacional final. Faltas podiam ser compensadas por transmissões supervisionadas.

Bolsas sociais de estudos

O curso teve bolsas de 25% a 100% de isenção, com prioridade para mulheres pretas, pardas ou indígenas, cis ou trans, em situação de vulnerabilidade socioeconômica, sustentadas por uma campanha de apadrinhamento aberta a pessoas e organizações.

Quem realizou

Realização da crioula curadoria alimentar em parceria com o Djanira Instituto de Pesquisa e Ensino, que articula ensino, pesquisa e extensão na interlocução entre soberania e segurança alimentar e nutricional, Ciências Sociais e Teologia.

A segunda metade do percurso teve financiamento do Instituto Ibirapitanga.

Quer um percurso formativo desenhado para a sua instituição?

A crioula concebe, escreve e conduz formações completas, do desenho pedagógico à docência.

Projetos próprios

Abertos a parceria e financiamento.

Iniciativas criadas pela crioula, que existem por autoria própria e não por contrato.

Podcast · uma temporada lançada

GENTECrioula

Projeto próprio de comunicação e difusão de conhecimento, dedicado a alimentação, raça, território e memória a partir das pessoas que constroem esses caminhos.

Novas temporadas estão abertas a parcerias, patrocínios e recursos.

Em desenvolvimento · busca parceiros

Banco de Sementes PANC Ancestrais

Projeto elaborado por Bruna Crioula e seu esposo, em articulação entre a crioula e o Instituto Federal de Brasília, Campus Planaltina. Relaciona-se também ao trabalho de conclusão do curso de Agroecologia dele.

Está disponível para articulação, apoio e financiamento.

Conversar sobre o projeto

Iniciativas encerradas

2024

FUNDOCrioula

Iniciativa pontual, realizada uma única vez. Não está em operação nem em captação.

Formação e Educação · produto autoral permanente

Aula Semente

Aulas-encontro com Bruna Crioula sobre alimentação, raça, corpo, território, saúde, clima, ancestralidade e justiça social.

Uma esteira de formações autorais ao vivo da crioula curadoria alimentar. Cada aula abre uma pergunta densa, com tempo de conversa, teoria, ementa, referências e presença. Aqui, a comida é janela para entender o mundo, mas nem todo alimento cabe no prato.

O que é

Aula Semente não é webinar nem live rápida. É uma aula-encontro, construída para quem precisa de tempo, escuta e densidade para pensar relações que quase sempre aparecem separadas: alimentação, raça, saúde, território, clima, corpo, memória, desejo, cuidado e justiça.

Cada turma tem dois encontros ao vivo de três horas, com material de apoio, referências, gravação por tempo limitado e certificado. A proposta é formar pensamento, não apenas entregar informação.

Como funciona

  • 6 horas de formação, em 2 encontros de 3 horas
  • Ao vivo, por videochamada
  • Material de apoio e referências
  • Gravação por tempo limitado
  • Certificado
  • Espaço de perguntas e troca

A chave da esteira

Do que estamos famintas quando dizemos fome?

Na Aula Semente, fome não é apenas ausência de comida. Fome também pode ser ausência de sanidade, justiça, memória, território, palavra, desejo, comunidade, relação e futuro.

São alimentos que não carregam nutrientes bioquímicos, mas sustentam o corpo, a subjetividade, os vínculos, os direitos e a possibilidade de mundo.

Próximas turmas

Setembro a novembro de 2026

Cada turma pergunta por uma fome que o Brasil produz e por um alimento que a colonialidade não reconhece como alimento.

01

Fome de Sanidade

Alimentação, raça e saúde mental

Como alimentação, raça, corpo, território, culpa, escassez, imagem de si, cansaço e racismo atravessam o sofrimento psíquico da população negra, sem reduzir adoecimento mental a falha individual.

Inscrições abertas

18 e 25 de setembro

2 encontros ao vivo de 3h · 6 horas
R$ 157 até 31 de agosto · R$ 197 depois

Inscrever-se
02

Fome de Justiça

Clima, raça e equidade

A crise climática não atinge corpos abstratos. Ela revela quem perde território primeiro, quem respira pior, quem tem menos proteção e quem carrega as soluções sem ser nomeado.

Inscrições abertas

17 e 24 de setembro

2 encontros ao vivo de 3h · 6 horas
R$ 157 até 31 de agosto · R$ 197 depois

Inscrever-se
03

Fome de Memória

Sociobiodiversidade · comida · oralituras

Parte da pergunta “não convencionais para quem?” para pensar plantas, comidas, nomes populares, PANC ancestrais e oralituras como caminhos de reencontro com saberes que a colonialidade tentou desautorizar. Aqui, memória não é nostalgia: é a comida como arquivo vivo.

Inscrições abertas

22 e 29 de outubro

2 encontros ao vivo de 3h · 6 horas
R$ 157 no lote de entrada · R$ 197 no segundo lote

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04

Fome de Pertencimento

Cidade · comida · permanência

Pertencer não é sensação abstrata: é direito de ficar, circular, comprar, plantar, cozinhar e descansar. A comida como caminho para ler a cidade e a segregação geopolítica do comer.

Inscrições abertas

19 e 26 de novembro

2 encontros ao vivo de 3h · 6 horas
R$ 197

Inscrever-se

A esteira das doze aulas

Cada aula é uma semente. Algumas abrem perguntas sobre corpo e cuidado. Outras entram pela cidade, pelo clima, pela memória das plantas, pela palavra, pelo desejo, pela formação profissional e pelo direito ao futuro.

  1. 01Fome de Sanidade
  2. 02Fome de Justiça
  3. 03Fome de Memória
  4. 04Fome de Pertencimento

As outras oito aulas da esteira estão em construção e serão anunciadas quando abrirem turma.

Para quem é

Profissionais da nutrição, saúde coletiva, psicologia, assistência social, educação, agroecologia, sustentabilidade, cultura alimentar, políticas públicas e movimentos sociais. E pessoas interessadas em pensar alimentação, raça, corpo, território e justiça social numa afroperspectiva. Não exige formação prévia na área.

Aulas realizadas

O histórico das turmas já realizadas será publicado aqui, cada uma com sua página, tema, data e material.

Aula Semente é um convite para pensar com tempo.

Para nomear ausências. Para reconhecer que nem toda fome aparece como vazio no estômago, mas muitas delas organizam o modo como vivemos, adoecemos, desejamos, trabalhamos, cuidamos e imaginamos futuro.

Com Bruna Crioula

Palestras, aulas, conferências e mentorias.

Atuações conduzidas diretamente por Bruna Crioula. A contratação é formalizada pela crioula, com contrato, nota fiscal e escopo por escrito.

Fazer um convite

Comunidade Muvuca

Crie outros mundos pelas lentes da alimentação, com a crioula.

Gente diferente sustentando a pesquisa, a escrita e a criação autoral de Bruna Crioula.

Palestras e participações

Temas

  • PANC ancestrais e sociobiodiversidades
  • Racismo alimentar e nutricídio
  • Alimentação saudável numa afroperspectiva
  • Justiça alimentar e justiça climática
  • Segurança alimentar e políticas públicas

Formatos

  • Palestra presencial ou online
  • Aula magna e abertura de evento
  • Conferência
  • Mesa e mediação de debate
  • Participação em programação curada por terceiros

O que acompanha

  • Roteiro adaptado ao público
  • Referências e material de apoio
  • Material para divulgação
  • Contrato e nota fiscal pela crioula

Mentorias

Três campos de mentoria para profissionais que querem aprofundar sua prática. O desenho detalhado de cada um está em construção; a conversa inicial já pode acontecer.

Sustentabilidade

Para quem trabalha com sistemas alimentares e precisa sustentar coerência ambiental e territorial.

Nutrição antirracista

Para nutricionistas que querem racializar a prática clínica, coletiva ou institucional.

Educação alimentar racializada

Para educadoras e profissionais que desenham percursos formativos sobre comida.

Marque uma conversa

A primeira conversa define o campo, o ritmo e o desenho da mentoria.

Comida e experiências

Ocupar a rua como faziam nossas matriarcas, cozinhando liberdades.

Duas expressões da crioula em que a pesquisa vira comida, mesa e encontro.

Feira itinerante

quitanda

A quitanda não tem lugar fixo. Pode acontecer em Brasília, no Rio de Janeiro, em Manaus ou em qualquer território que a receba. É ao mesmo tempo um equipamento de educação alimentar, um espaço de letramento alimentar racializado e um espaço promotor de comércio justo, que dá protagonismo a produtos que fazem bem para todas as pessoas e para a natureza.

É também um espaço de diálogo: nutre o estômago e as mentes. A curadoria é feita hoje por Bruna Crioula e poderá envolver outras pessoas.

O que a banca pode reunir

  • Compotas de plantas alimentícias não colonizadas
  • Livros
  • Revistas
  • Outros produtos escolhidos por curadoria alimentar

Criação alimentar

crioula comida contracolonial

A linha em que a pesquisa aplicada encontra a panela. As compotas partem de plantas alimentícias não colonizadas e de ingredientes das sociobiodiversidades brasileiras. As imersões culinárias e a alimentação coletiva reúnem memória afroancestral, confluências e fundamentos indígenas da cozinha brasileira.

Nas experiências, Bruna e a equipe cozinham para pessoas, grupos, instituições ou eventos. A constituição de uma equipe própria de produção e prestação de serviços é uma perspectiva de futuro, ainda não realizada.

Pode incluir

  • Compotas autorais
  • Alimentação coletiva
  • Imersões culinárias
  • Experiências para grupos, instituições e eventos

Ambiente editorial da crioula

Canteiro de Ideias

Textos autorais, ensaios, entrevistas e colaborações sobre alimentação, raça, território e memória. {{ totalLabel }}

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Sustentação recorrente

Comunidade Muvuca

Gente diferente reunida no mesmo lugar, cada uma com seu tempo e sua forma de contribuir. Uma composição que sustenta a pesquisa, a escrita e a criação autoral de Bruna Crioula, e que circula de volta para quem participa.

O que sustenta

Pesquisa autônoma, escrita, produção de conteúdo e o tempo necessário para pensar fora da urgência dos contratos.

Como funciona

Contribuição recorrente de quem acompanha o trabalho e quer que ele continue existindo de forma independente.

Quem participa

Pessoas de trajetórias distintas que se encontram em torno de comida, raça, território e cuidado.

A Comunidade Muvuca funciona por apoio mensal. Você escolhe um plano, contribui com o valor que faz sentido para a sua realidade e passa a fazer parte desse canteiro coletivo que sustenta o trabalho de Bruna Crioula e da crioula curadoria alimentar.

Parcerias e financiamento

Cultive um projeto conosco.

Fundações, institutos, editais e empresas que queiram apoiar iniciativas de autoria própria da crioula, em vez de contratar uma entrega fechada.

Busca patrocínio para novas temporadas

GENTECrioula

Podcast com uma temporada lançada e direção intelectual já constituída. O apoio viabiliza pesquisa, produção, gravação e difusão de novas temporadas.

Busca parceiros institucionais

Banco de Sementes PANC Ancestrais

Projeto em desenvolvimento, em articulação com o Instituto Federal de Brasília, Campus Planaltina. Aberto a apoio, articulação e financiamento.

Como a parceria se estabelece

Uma conversa inicial sobre o interesse e o alcance possível, seguida do envio do projeto completo com objetivos, atividades, entregas e indicadores. A crioula também elabora projetos para editais em conjunto com a instituição parceira.

Iniciar a conversa

Contato

Escreva para a crioula.

Toda proposta nasce de uma escuta. Conte o contexto do seu projeto, e a crioula responde com disponibilidade, composição de equipe e caminho de trabalho.

Como funciona

01

Conversa

Escuta do contexto, do território e do que está em disputa.

02

Proposta

Escopo, frentes mobilizadas, composição de equipe, prazos e investimento por escrito.

03

Execução

Entregas parciais e ajuste no meio do caminho.

04

Entrega

Material final, sistematização e caminhos de continuidade.

contato@crioulacuradoria.com
brunacrioula@crioulacuradoria.com
+55 61 99350-5005
Brasília, DF

Solicite uma proposta

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Comunidade Muvuca

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